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Conversa com Juçá Vargas

Minha vida mudou: de repente, Celíaca!

 

Juçá Vargas tem 57 anos, casada, com dois filhos, é voluntária da Rede Feminina de Combate ao Câncer e residente em Blumenau. Descobriu ser celíaca há 14 anos. Desde pequena, queixava-se de alguns dos sintomas da doença, como dor no estômago. Mas, por não se tratar – à época – de uma enfermidade tão bem conhecida quanto nos dias atuais, acabava levando todos os efeitos da doença como algo normal e rotineiro. Nessa situação, Juçá começou a emagrecer muito e então, decidiu procurar um Gastroenterologista. Após a primeira endoscopia, biópsia e exame de sangue, descobriu ser celíaca. Com a descoberta tardia, muitos problemas apareceram, à exemplo da osteoporose prematura.

 

Juçá, àquele tempo, não fazia ideia do que se tratava, muito menos como se tratava. Com a ajuda de Nutricionista, teve sua dieta corrigida e retirou por completo o glúten da sua alimentação. No início, teve dificuldades para encontrar produtos que pudesse consumir. Sua qualidade de vida melhorou consideravelmente, à medida em que – em virtude das diversas consequências causadas pela ingestão inconsciente de produtos contaminados com glúten durante toda sua vida – já havia criado certa repulsa por tais produtos, como pães e biscoitos de trigo.

 

Mas para corrigir sua alimentação e manter um adequado nível de ingestão de carboidratos, Juçá foi pouco a pouco quebrando o paradigma que lhe acompanhava durante a vida: produtos que antes eram intitulados como odiados (pães, biscoitos, massas) pelo mal que causavam, agora passaram, através das linhas especiais de importados e nacionais sem glúten, a ser seus preferidos e inseparáveis companheiros do dia-a-dia.

Para a nossa alegria, ela comenta que é cativa da BemNutrir, pois só consome os nossos pães. E, para nós, é excelente saber que nossa missão está sendo cumprida!

 

Juçá comentou que não foi apenas a alimentação dela que sofreu mudanças. Em casa, toda a família passou a ter os mesmos hábitos e se adaptou facilmente, pois, segundo eles, os produtos são ainda mais gostosos e diminuem a sensação de “inchaço” após o consumo. E na hora de comer algo que está fora da dieta da esposa, marido e filhos tem os seus utensílios e panelas especiais para cozinhar suas massas ou derivados de trigo.

 

“Nossa, deve ser ruim ter que viver assim!”, afirmavam seus colegas e amigos. “Mas, pelo contrário!”, foi o que a Juçá nos relatou. Adaptou-se muito bem e super-rápido, de modo que se sente mais feliz e disposta! Sempre que quer, consegue criar sobremesas e outras opções saborosas com os produtos sem glúten. “A única coisa que sentia muita saudade de comer era um X-Salada!”, disse ela em risos. Algo que fora eliminado de sua lista de desejos, pois descobriu um lugar, em sua cidade de residência, que faz um delicioso, totalmente sem glúten.

 

Muitas vezes ficamos presos ao lado negativo que deixamos de viver o lado bom do que está a nossa frente. Essa conversa nos mostra exatamente isso. Juçá, mesmo após tantas mudanças, sente-se muito melhor e feliz. Parou de ter dores e passou a ter qualidade de vida! Ela cuida rigorosamente de sua dieta, mas não se limitou a ficar dependente de um ou outro item passível de consumo: abriu sua mente e espírito a novas formas de se alimentar.

 

Adora fazer o que faz hoje e participa semanalmente dos projetos da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Blumenau. “Nós, como voluntárias, recebemos muito mais do que a gente entrega”, afirmou Juçá, demonstrando como é contente em se engajar, fazer a sua parte e ver como essas mulheres transformam a sua forma de ver as coisas.

 

Encerramos nossa conversa com uma frase de Dalai Lama que Juçá nos deixou: “Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver”.

 

Obrigada, Juçá, por conceder um pedacinho do seu tempo para compartilhar sua história e inspirar celíacos por todo o Brasil. Viver bem, viver hoje, viver agora! Obrigada!

 

Continuem acompanhando nossas redes sociais e nosso blog. Teremos muito mais histórias como a de Juçá, além de dicas, receitas e muito mais. Estamos só começando!

 

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